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sábado, 13 de maio de 2017

Voz de Fátima, Voz de Deus - Nº 15

Mosteiro da Santa Cruz

13 de maio de 2017

Vox túrturis audita est in terra nostra”
(Cant. II, 12) 

     Dom Gerardo Zendejas foi sagrado no dia 11 de maio por Sua Exa. Revma. Dom Richard Williamson tendo como co-sagrantes Sua Exa. Dom Jean Michel Faure e o autor destas linhas.

     Ao sagrar os quatro Bispos da Fraternidade São Pio X em 30 de junho de 1988, Dom Marcel Lefebvre lhes indicou duas funções: administrar os sacramentos e assegurar a pregação da fé.

     A razão destas sagrações de 1988 era a gravidade da situação em Roma. Dom Lefebvre dizia: “Eles não mudaram senão para pior”. Hoje nós devemos, infelizmente, dizer o mesmo. Eis porque a operação sobrevivência iniciada por Dom Lefebvre continua hoje com a sagração de Dom Gerardo Zendejas, que deverá administrar os sacramentos e assegurar a pregação da fé católica, para a maior glória de Deus e salvação das almas.

+ Tomás de Aquino OSB

U.I.O.G.D

segunda-feira, 13 de março de 2017

Comentários Eleison DIV (504) - Quarto Bispo

Por Dom Richard N. Williamson
11 de março de 2017


Onde as almas se esforçam para o Paraíso, os bispos devem existir,
A Vienna, na Virgínia, em 11 de maio, tentem ir!

      Desde o verão de 2012, quando a Fraternidade Sacerdotal São Pio X decidiu oficialmente mudar de rumo e abandonar a posição doutrinária tomada primeiramente quarenta anos antes pelo Arcebispo Lefebvre, tem sido interessante observar a Providência em ação para garantir a defesa da Igreja. Poder-se-ia esperar uma revolta generalizada em defesa da verdade de Deus. Resistência dentro da Fraternidade? Existente, mas até agora demasiado silenciosa. E fora? Existente, mas apenas como uma dispersão de leigos e um punhado de sacerdotes, fragmentados por divisões por falta de uma autoridade reconhecida. Os católicos precisam de autoridade. E essa necessidade é tão grande que enquanto a Verdade está sendo drenada para fora da Neoigreja centrada no homem, e da Neofraternidade centrada em Roma, as almas ainda se agarram a cada uma por causa dos restos de autoridade Papal na primeira, e da autoridade católica legada à última pelo Arcebispo.

      Mas a Verdade permanece como propósito da Autoridade, e a Autoridade não é o propósito da Verdade. Dada a natureza humana decaída, a Autoridade é a indispensável defensora e garantidora da Verdade, mas vem após a Verdade e não antes. Tomem por exemplo uma das últimas instruções de Nosso Senhor a Pedro antes de deixá-lo à frente do governo da Igreja (Lc XXII, 31-32): “Simão, Simão, eis que Satanás vos busca (plural) com instância para vos joeirar como trigo; mas eu roguei por ti (singular), para que a tua fé não falte (Verdade); e tu, uma vez convertido (Verdade), confirma os teus irmãos (Autoridade)”. E quando no Domingo de Ramos, alguns dias antes, os fariseus haviam tentado repreender Nosso Senhor pelo estrondo alegre que seus discípulos faziam, tão necessária era a adoração a Deus na Verdade que Nosso Senhor respondeu (Lc XIX, 40): “Digo-vos que, se eles se calarem, clamarão as mesmas pedras.”