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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Comentários Eleison DXXXVIII (538) - Islã Real

Por Dom Richard N. Williamson
Tradução: Introibo ad Altare Dei

04 de novembro de 2017


“A realidade está lá fora – ESCUTEM-ME!”
“Sem chance! O Islã é doce, e mais doce não poderia ser.”


      Quando a Grã-Bretanha tinha um Império, seus administradores estavam em contado direto com povos, raças e religiões em todo o mundo, e eles podiam falar destes por experiência própria. Hoje, em geral, os governantes da Grã-Bretanha têm apenas o seu liberalismo e a sua ideologia irreal, e é por isso que poucos deles sabem do que estão falando. O Pe. Henry Boulad, pelo contrário, é um padre jesuíta da velha escola nascido há 86 anos em Alexandria, no Egito, de uma antiga família cristã síria do Rito Melquita, antigo professor de Teologia no Cairo, Superior dos Jesuítas em Alexandria e dos Jesuítas no Egito, com, obviamente, uma experiência direta ao longo da vida sobre o Islã e os muçulmanos. Os ataques terroristas na primavera passada em duas igrejas cristãs no Egito levaram-no a dar uma entrevista na França e a escrever um livro a partir do qual adapta-se as seguintes observações. Ele seguramente sabe do que está falando!

      “Acuso o Islã, mas não os muçulmanos individualmente, que são as primeiras vítimas do Islã. Decidi denunciar a fonte do terrorismo: a principal fonte do radicalismo islâmico no mundo é a Universidade de Al-Azhar” no Cairo, Egito, onde a ideologia mortal é ensinada como a doutrina oficial do Islã. Acuso a Universidade de Al-Azhar no Cairo, supostamente a encarnação do islamismo moderado, de criar um espírito de fanatismo, intolerância e ódio em milhões de estudantes e clérigos muçulmanos que vêm de toda parte para receber uma formação em seus institutos. Por este meio, Al-Azhar torna-se uma das principais fontes de terrorismo em todo o mundo.

      Acuso o próprio Islã e não apenas o “extremismo islâmico”, porque o Islamismo é, por natureza, tanto político como radical. Há 25 anos, escrevi que o Islamismo é meramente o Islamismo despojado, em toda a sua lógica e rigor. Planeja uma sociedade visando a um califado mundial baseado na lei da Sharia, que é a única lei que considera legítima, como vinda de Deus. É um plano que toma todo o globo, que inclui tudo e é completamente totalitário. Acuso de mentirosos deliberados todos aqueles que fingem que os crimes cometidos pelos muçulmanos “não têm nada que ver com o Islã”. Estes crimes são cometidos em nome do Corão e seguindo suas claras instruções. O simples fato de que o chamado muçulmano para a oração e o chamado para matar os que não são muçulmanos são precedidos pelo mesmo grito “Allah-ou Akhbar” (Deus é grande), é altamente significativo.

      Acuso os eruditos muçulmanos do século X pela promulgação dos decretos, agora irreversíveis, que levaram o Islã ao seu atual estado petrificado. O primeiro desses decretos cancelou todo tipo de precedência para os versos do Corão de Meca, que chamam por paz e harmonia, e deu prioridade aos versos de Medina, que exigem intolerância e violência. Promulgaram-se dois decretos adicionais para tornar irreversível este primeiro decreto: o Corão foi decretado como palavra incriada de Allah, e portanto é imutável; e qualquer outro esforço de interpretação está proibido, pois foi declarado que “a porta de ijtihad (reflexão) está fechada de uma vez por todas”. A sacralização destes três decretos fossilizou o pensamento muçulmano e contribuiu para a manutenção dos países islâmicos em um atraso e estagnação crônicos.

      Acuso o Decreto “Nostra Aetate” do Vaticano II por lançar um diálogo inter-religioso destinado a ser aberto, acolhedor e compreensivo com os muçulmanos, porque durante 50 anos não demos um passo à frente, e agora estamos estagnados. O diálogo com um xeque de Al-Azhar terminou com a sua proclamação de que “todos os cristãos vão para o Inferno”. Nada se move, assim como nada se moveu nos últimos 11 séculos. Diálogo sim, mas quero um diálogo baseado na verdade. A caridade sem verdade não vai a lugar nenhum.”

      Acuso a Igreja Católica de perseguir um diálogo com o Islã com base na complacência, na realização de compromissos e na duplicidade. Depois de 50 anos de iniciativas unilaterais, os monólogos da Igreja não levaram a lugar nenhum. Ao dar lugar ao “politicamente correto”, fingindo que o diálogo não deve ofender os muçulmanos porque devemos “viver juntos”, todas as questões espinhosas, mas vitais, são cuidadosamente evitadas. Mas o diálogo verdadeiro começa com a Verdade. Solicitei um encontro com o Papa Francisco. Sem resposta.



      Kyrie eleison.

domingo, 5 de março de 2017

Comentários Eleison DI (501) - Políticas de Migração

Por Dom Richard N. Williamson
18 de fevereiro de 2017

Que os Brancos e Muçulmanos lutem, em guerra mortal!
Então poderemos reinar, como nunca o fizemos antes.


Discutindo uma semana depois na televisão húngara sobre o mau comportamento dos imigrantes em Colônia no final do ano passado, o principal economista da Hungria, que já fora político, Dr. László Bogár, procurou descobrir as raízes do problema da invasão de imigrantes, que prossegue na Europa (assistam em: youtu.be/TKpe4swiVOc). Sua análise das raízes políticas vai até onde a opinião pública lhe permite dar nome ao Inominável Poder Global por trás da invasão, mas ele não se aproxima das raízes religiosas, que são decisivas. Mas, quem pensa ainda hoje que a religião influencia em qualquer coisa no mundo? É de esperar-se que os leitores destes “Comentários” possam tanto conceber que esse Poder maléfico existe, como que a verdadeira Igreja Católica é a única que pode neutralizar seu veneno. A seguir, em itálico, a análise do Dr. Bogár, resumida e adaptada:

Um Poder Global deseja destruir tudo o que é humano, tudo o que tem dignidade. E como o Homem Branco Europeu ainda possui muito disso, ele deseja destruir o Homem Branco Europeu. Consequentemente, ele está conduzindo para a Europa uma massa de imigrantes estrangeiros com o auxílio de recursos gigantescos. De fato, deve ser óbvio para qualquer um que tenha um mínimo de bom senso que, para um deslocamento relativamente rápido de milhões de pessoas por milhares de quilômetros, certas coisas são necessárias.

Em primeiro lugar, para financiar a operação, falemos num mínimo de dez bilhões de dólares. Em segundo lugar, para dirigir e controlar o deslocamento, precisa-se de um mínimo de alguns milhares de agentes estritamente secretos, e se alguma vez uma luz brilhou ocasionalmente nesta operação habilmente disfarçada, então, e em terceiro lugar, os meios de comunicação foram necessários para reparar o disfarce rapidamente. Em quarto lugar, para organizar a operação, foi indispensável a colaboração completa do sindicato global do crime com suas dezenas de milhares de traficantes de seres humanos para lidar com os migrantes. E, finalmente, a colaboração cínica dos principais políticos europeus era necessária, como a do Primeiro Ministro britânico que nos visitou aqui hoje, e a dos líderes da França e da Alemanha, todos os quais participaram igualmente na destruição da Líbia e da Síria. Além de criar o caos, esses líderes orgulhosamente anunciaram que estão fazendo isso em nome da Europa, da cultura ocidental, da democracia. Eis os verdadeiros culpados do horror que vimos recentemente em Colônia, e alguma coisa me diz que este é apenas um leve prelúdio para algo muito mais sinistro...

A verdade é que a Europa está sendo arrastada para um conflito tão brutal quanto a I e a II Guerra Mundial, pelo mesmo Poder Global. Com efeito, a Europa está deixando-se arrastar para uma III Guerra Mundial. A invasão de imigrantes é apenas o produto final de um enorme processo oculto. Agora, alguém pode neutralizar o horror ao fim do processo, mas se não entendemos o próprio processo e o cortamos desde suas raízes dentro da estrutura de poder global, então horrores como a invasão de imigrantes só continuarão. Infelizmente, a cooperação internacional é necessária aqui, mas a realidade é que o líder húngaro, Viktor Orban, tem estado virtualmente sozinho. Quando a Líbia foi infernalmente bombardeada, ele foi o ÚNICO político europeu que expressou suas preocupações e reservas sobre quais seriam as consequências estratégicas. Poucos, mas muito poucos políticos expressaram as mesmas preocupações. Por conseguinte, a Hungria teve de dar um passo adiante, e é por isso que estamos sob constante ataque. Na Hungria não precisamos travar uma guerra civil porque fechamos as nossas fronteiras, mas agora temos de esperar que as outras nações da Europa façam o mesmo.

Infelizmente, quando se trata de erradicar o processo pelo qual os horrores dos imigrantes nas cidades europeias são apenas os frutos podres, é lamentável dizê-lo, a Europa já está totalmente derrotada. O processo só pode levar a uma guerra civil. MAS ESSE É O OBJETIVO. É isso que o Poder Global quer. O Poder Global quer, acima de tudo, uma guerra brutal sem fim de 30 anos, tal como a devastadora Guerra dos Trinta Anos do século XVII (que foi obra do mesmo do Poder Global). Quer precisamente que se desenrole na Europa uma guerra civil que se estenda por décadas.


Kyrie Eleison.

Tradução: Introibo ad Altare Dei

domingo, 11 de setembro de 2016

Comentários Eleison CDLXXVIII (478) - As Origens do Islamismo



Por Dom Richard Williamson
Tradução: Cristoph Klug
Revisão: Rafael S. Souza (Borboletas ao Luar)

10 de setembro de 2016

Quem se beneficia de os inimigos de Nosso Senhor fomentar?
Aqueles dos quais se serve Deus para com aflições nos castigar.


Ao recomendar aos leitores o “Complô Contra a Igreja”, de Maurice Painay, um livro que prova com farta documentação que o principal inimigo da Igreja por dois mil anos tem sido os Judeus, estes “Comentários” afirmaram que os judeus estavam por trás do Islamismo, da Maçonaria e do Comunismo. Nenhum leitor contestou que eles estavam por trás da Maçonaria e do Comunismo, mas alguns perguntaram o que prova que eles estão também por trás do Islamismo. Na verdade, uma vez que o Islã surgiu no século VII d.C., não há documentação como as que existem para as modernas raízes da Maçonaria e do Comunismo. Na verdade, os especialistas sobre o Islã dirão que muitos dos documentos originais no início do Islã foram destruídos, precisamente para encobrir suas verdadeiras origens. Ficamos com os textos do próprio Corão e argumentos históricos para apontar os Judeus como os criadores do Islã. 

Quanto ao texto do Corão, alguém que o estudou de perto antes do Concílio, Hanna Zakarias, chegou à conclusão em seu livro “True Mohammed, False Koran”, que ele foi inteiramente o trabalho de um rabino judeu. Para apoiar sua tese de que o Islã é simplesmente Judaísmo, explicado aos árabes por um rabino para convertê-los ao único verdadeiro Deus do Velho Testamento, Zakarias sustenta que não há nenhuma história e nenhum detalhe no Corão que não sejam especificamente judaicos, referindo-se ao Velho Testamento, ao Talmude ou à outra literatura judaica. Somente um judeu ­– ele argumenta –, poderia glorificar Israel como o Corão faz, como cabeça das nações, único receptor da única Revelação do único Deus verdadeiro. Assim, passagens no Corão honrando, por exemplo, João Batista e a Santíssima Virgem, honram-nos puramente como sendo judeus, cortando toda ligação com a cristandade (Sura XIX, 1-21). Quanto a Jesus, ele pode ter sido o filho de Maria, mas ele certamente não era o Filho de Deus. 

Na contramão, um estudante pós-conciliar do Islã, Laurent Lagartempe, afirma em seu livro “Origins of Islam” que há muitas questões sobre a pessoa histórica de Maomé, e ele argumenta que o Corão é uma miscelânea de textos díspares, mais ou menos estabilizada apenas dois séculos após o início do Islã, para justificar a nova religião, e para servir como seu texto sagrado e rivalizar com o Antigo e o Novo Testamentos de Moisés e de Jesus Cristo, respectivamente. Mas Lagartempe não contesta uma presença significativa do Judaísmo nem de sua influência no Corão. 

Quanto aos argumentos históricos sobre os judeus estarem por trás do Islã, o livro de Pinay registra o bem conhecido papel que os judeus desempenharam em ajudar os árabes a conquistar a Espanha católica entre 711 e 788, reconquistada pelos espanhóis apenas em 1492. Lagartempe supõe razoavelmente que a conquista anterior do norte da África de 647 a 710 também foi auxiliada pelos judeus, porque esses países ao sul do Mediterrâneo, outrora partes de uma próspera cristandade, desde então permaneceram majoritariamente sob o controle árabe. 

No entanto, talvez o argumento principal que sustenta que os judeus estão por trás do Islã é o de ordem mais geral e dificilmente contestável que se apoia sobre o papel muito especial desempenhado na história do povo do Messias, Nosso Senhor Jesus Cristo. Para começar, a formação dos israelitas para este papel, pelo próprio Deus, estendida por mais de 2 mil anos de Abraão a Cristo. Observe no Antigo Testamento como especialmente Deus, recompensando-os ou punindo-os, formou-os como o berço do Messias vindouro. Ele concedeu aos judeus uma familiaridade muito especial com o único Deus verdadeiro, e eles nunca a perderam totalmente desde então. E essa familiaridade lhes dá uma habilidade especial para fabricarem religiões substitutas que parecem satisfazer as necessidades religiosas reais do homem. 

Infelizmente, eles recusaram seu Messias quando Ele veio, e essa recusa lhes dá uma motivação especial para fabricar falsas religiões para afastar os homens de Cristo e da salvação eterna. Aqui está o motivo de Maurice Pinay poder mostrar como eles lutaram ocultamente por todos os séculos contra a Igreja Católica. Hoje eles estão, indiscutivelmente, por trás da invasão muçulmana das nações outrora católicas da Europa, para dissolver os últimos remanescentes da Fé, e então acabar com a oposição dessas nações à sua Nova Ordem Mundial.


Kyrie eleison.

domingo, 27 de setembro de 2015

Comentários Eleison CDXXVIII (428) - EUROPA, ACORDE!

Por Dom Richard Williamson
Tradução: Andrea Patrícia (blogue Borboletas ao Luar)

27 de setembro de 2015

Europa, você está sendo invadida com grande habilidade. 
Retorne a Deus, ou essa invasão terá continuidade. 


Se alguns leitores ainda não acordaram, vamos acordá-los. Há poucos dias, um relato de um leitor na Alemanha trouxe novidades que jamais serão contadas por nossa mídia vil. Esta é vil precisamente porque diz muitas mentiras e pouquíssimas verdades (mas não somos nós, o povo, os essencialmente responsáveis por nossa mídia...?).

“Alemanha, Áustria e terras vizinhas ao sudeste vêm sofrendo nos últimos meses uma agressiva invasão de estrangeiros disfarçados de "refugiados", cuja grande maioria são homens jovens procurando encrenca. O Primeiro-Ministro da Baviera, Horst Seehofer, tão branco quanto uma folha de papel, disse na TV, no último domingo, que a lei e a ordem estão à beira do colapso. No entanto, nossos governos fantoches e sua grande mídia, ambos a serviço dos inimigos de Deus, apoiam essa invasão por todos os meios de que dispõem, incluindo o abuso da força do Estado, tais como a polícia e as Forças Armadas. Esses fantoches também mentem por escrito a fim de ocultar das pessoas a invasão, e assim causar o maior dano possível.

“A maioria das pessoas continua dormindo, embora mais e mais gente da terra por aqui e em outros lugares esteja falando abertamente em guerra civil. Nas regiões periféricas da Baviera as coisas chegaram a parar. Moradores e mercadorias já não podem se movimentar, ou apenas o fazem com grandes atrasos. Sobre as hordas de invasores – ainda não agrupadas – que vagam livremente pelo interior do país e roubam, a grande mídia não dá uma palavra. As autoridades locais – obedecendo ordens de cima – perderam todo o controle, e a polícia aconselha à população vitimizada que cuide de si mesma e que eventualmente forme grupos de defesa civil – isto depois que fomos completamente desarmados, há poucos anos.

“A Croácia tem chamado para a mobilização o seu exército, que por todos os lados vem buscando se restabelecer. Eu quero ver o que posso fazer localmente, mas temo que a maioria de meus compatriotas ainda não tenham ideia do que está acontecendo. Se apenas alguns deles acordarem, lutarão como leões. Eis porque nosso assim chamado governo e os inimigos de Deus que o controlam, estão mentindo e enganando em todos os níveis para adiar esse momento de despertar. Isso vai de mal a pior...”. (Fim do relato do leitor.)

A emergência descrita aqui não está obviamente restrita à Alemanha. Um desastre similar está também afligindo muitas outras nações ocidentais. Parece inacreditável, mas quando se olha para isso por uma perspectiva religiosa, então tudo faz sentido. Consultem todo o Salmo 105. Deus deu aos israelitas dons e responsabilidades correspondentes para os quais eles foram repetidamente infiéis. Como Ele os amava, não poderia tê-los deixado impunes (Hb 12, 7-8). Aqui estão os versículos 35 a 41 do Salmo, adaptados para nosso tempo:

“E os cristãos misturaram-se com os pagãos, e aprenderam as suas obras, e adoraram os ídolos do liberalismo, que se tornaram armadilha para eles. E imolaram os seus filhos e as suas filhas aos demônios da contracepção e do aborto, e derramaram sangue inocente: o sangue de seus filhos e de suas filhas, que imolaram aos ídolos da busca pelo prazer egoísta. E a terra ficou poluída com sangue, e contaminaram-se com as suas obras; e prostituíram-se com seus produtos eletrônicos. E incendiou-se o furor do Senhor contra seu povo: e Ele abominou aqueles a quem especialmente havia presenteado. E entregou-os nas mãos de seus antigos inimigos. E aqueles que odiaram os cristãos por dois mil, e por mil e quatrocentos anos, tiveram domínio sobre eles”.

O desastre da Europa está a dar-se com permissão de Deus. A solução é naturalmente voltar para Deus: Versículo 44: “E Ele viu quando eles estavam em tribulação, e ouviu suas preces, (46) e conciliou-lhes a misericórdia diante de todos aqueles que os tinham levado cativos. (47) Salvai-nos, Senhor, nosso Deus, e recolhe-nos dentre os Vossos inimigos...".

Kyrie eleison.