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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Voz de Fátima, Voz de Deus - Nº 50

Mosteiro da Santa Cruz

10 de fevereiro de 2018


“Vox túrturis audita est in terra nostra”     
(Cant. II, 12)

      
      Ao estudo do Rev. Pe. Joaquim FBMV o Sr. Olavo de Carvalho respondeu com muitos insultos e poucos argumentos. Mas havia também argumentos. Tomemos um deles: O que está escrito na revista Verbum não reflete o pensamento do Sr. Olavo de Carvalho, mas sim o de Guénon e o de Schuon; talvez o de Lee Penn, o de Charles Upton, o de Ananda Coomaraswamy, de Whitall M. Perry; do Sr. Olavo não. Apenas a conclusão seria dele.

      Seria o caso de perguntar: Quem lê? Quem entende o que leu? Quem retém o que entendeu? Pensamos que é o Pe. Joaquim que leu, entendeu e reteve o que entendeu.

      Quem tem ouvidos, ouça. Quem não os tem, ou quem prefere não ouvir, ser-lhes-ia mais acertado procurar os sacramentos junto a outros padres, pois sacramentos vão de par com a doutrina.

      Ainda um argumento que não deixa de ser insultante. Vejamos sua força, ou melhor, sua fraqueza.

      O Sr. Olavo escreve:

      “E eis porque os que posam de defensores da verdade sem jamais tê-la buscado, os que creem conhecê-la tão somente porque a receberam pronta de uma cátedra ou de um púlpito, ERRAM SEMPRE, ainda que partindo de premissas fundadas por Deus em pessoa.”

      Notemos os termos: “posam”, “jamais”, “creem conhecê-la”, “pronta”, “cátedra”, “púlpito”, “erram sempre”.

      O “pronta” é revelador. Receber a verdade pronta. Que quer dizer receber a verdade “pronta”? Seria recebê-la sem compreendê-la? Ou seria também recebê-la compreendendo-a? O fato de ela chegar “pronta” ou “não pronta”, que diferença faz? O esforço ou não esforço para obtê-la é uma diferença? Sim. Mas esta diferença é exterior ao ato de compreender. Compreender é receber. Pouco importa o canal (cátedra, púlpito, livro, aula, conversa, etc.). O que importa é o resultado. Neste resultado há uma ação da parte do que recebe. Há uma tomada de posse e ela tem um nome: conhecer. É isto que importa. E este conhecimento exige uma atenção, e esta atenção exige um desejo, e este desejo tem um nome: amor. Amor da verdade.

      Tomemos outro termo: “jamais”; “sem jamais tê-la buscado”. Buscado o quê? A verdade? Jamais? Que sabe o Sr. Olavo de Carvalho? Quem se faz religioso, quem deixa a pátria para formar-se, para receber a mais segura doutrina, a verdadeira doutrina do Magistério da Igreja; que faz ele?

      Deixemos a última palavra a Welder Ayala, no livro “É assim porque Deus o quis”. Que diz ele? Que a filosofia de Olavo de Carvalho é perigosa para a fé. Leiam o livro e os argumentos apresentados. Concordamos com o autor e o felicitamos.



+ Tomás de Aquino OSB



U.I.O.G.D

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Voz de Fátima, Voz de Deus - Nº 49


03 de fevereiro de 2018


“Vox túrturis audita est in terra nostra”     

(Cant. II, 12)

         Há uma Metafísica comum a todas as religiões? Não. As falsas religiões se opõem à religião católica também em Metafísica.

      Que Metafísica têm os hindus? Uma Metafísica panteísta. Que Metafísica têm os modernistas? Uma Metafísica idealista. E os persas? Dualista. E assim por diante.

         As questões podem ser comuns, mas não as respostas. Guénon pode falar de união entre o que conhece e o que é conhecido, mas esta união não é a mesma para ele e para Santo Tomás.

         Em teoria, a Metafísica poderia ser comum à verdadeira religião e às falsas, já que a Metafísica é um conhecimento natural, e não sobrenatural. Nos fatos isso não acontece, e foi a Igreja, com o peso de sua autoridade, que salvou a Metafísica. São Pio X a prescreveu para os seminários e alertou, na Pascendi, sobre o perigo de afastar-se de Santo Tomás, sobretudo em Metafísica.

     Pio XII, falando da Filosofia de Santo Tomás, que sendo discípulo de Aristóteles completou-o e corrigiu, disse que ela era a “Filosofia da Igreja”. Ela é a Filosofia da Igreja, a Metafísica da Igreja, porque ela é a “Metafísica natural da inteligência humana”, segundo a feliz expressão de Bergson. Podia ser de outro modo, mas não foi. Isto é devido à ferida que o pecado original causou em nossa natureza. Daí a necessidade da graça, mesmo para fazer boa Filosofia. Não é uma necessidade absoluta, mas chega perto. Basta ver as aberrações que a humanidade já produziu e produz a cada dia.

        Voltaremos ao assunto. Por ora, lembremos a célebre frase de Chesterton, que cito de memória: “Expulsai o sobrenatural; não ficará nem mesmo o natural”, ou seja, nem a Metafísica.



+ Tomás de Aquino OSB



U.I.O.G.D

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Voz de Fátima, Voz de Deus - Nº 48


27 de janeiro de 2018

“Vox túrturis audita est in terra nostra”     

(Cant. II, 12)

      Continuando o exame de certas noções necessárias à compreensão dos escritos de Guénon e de Schuon, em vista de analisar o artigo de Olavo de Carvalho na Revista Verbum nos 1 e 2, é oportuno indicar o nome de um especialista na matéria: Jean Vaquié. Este autor escreveu: “L’imposture guénonianne. Le traditionalisme, la métaphysique, le symbolisme hétérodoxes de René Guénon.” O livro foi reeditado na França pelas Éditions ACRF, no ano passado.

      A metafísica de Guénon é inspirada no hinduísmo e constitui o fundo comum de toda a sua obra. Tentaremos aprofundar o assunto tanto quanto nos for possível, mas nada melhor do que ler os estudos já realizados sobre este tema. Jean Vaquié recebeu as felicitações de Dom Lefebvre por suas obras, nas quais ele refuta, desmascara os inimigos da Igreja infiltrados entre os católicos, como foi o caso de Guénon.

      Jean Vaquié escreveu também “L’École de l’ésotérisme moderne”, no qual ele indica  que há nos meios católicos tradicionais um grupo de intelectuais fortemente influenciados por Guénon, Schuon e A.K. Coomaraswamy. Um desses intelectuais foi Jean Borella, cujo livro, “La charité profannée”, foi imprudentemente editado e difundido por tradicionalistas.

      Os dominicanos de Avrillé, na França, fazem um excelente trabalho com sua revista “Le Sel de la Terre” e suas edições “Le Sel”, onde encontramos o livro “René Guénon jugé par la Tradition”, de Antoine de Motreff, que nos tem sido muito útil no estudo do pensamento de Guénon.

      Antes de terminar, registro a recepção de dois e-mails em defesa de Olavo de Carvalho e de seu artigo na revista Verbum. Olavo não teria exposto senão o pensamento de Guénon sem aderir a nada do que diz Guénon? É isso mesmo? Recomendamos o estudo do Rev. Pe. Joaquim FBMV sobre esta questão: “Análise do artigo de Olavo de Carvalho publicado na revista Verbum, números 1 e 2, julho e novembro de 2016”.

      Com a ajuda de Deus, voltaremos ao assunto.




+ Tomás de Aquino OSB


U.I.O.G.D

domingo, 21 de janeiro de 2018

Voz de Fátima, Voz de Deus - nº 47

20 de janeiro de 2018


“Vox túrturis audita est in terra nostra”     
(Cant. II, 12)

Voltando ao assunto do artigo de Olavo de Carvalho na revista Verbum (números 1 e 2 de julho e novembro de 2016), recordemos algumas verdades.

Religião: só há uma verdadeira, a católica. Os milagres de Nosso Senhor, a sua doutrina e a realização das profecias a seu respeito e a respeito da Igreja o provam.

Infiéis: são os que não creem na Revelação. São os pagãos. Eles rejeitam a fé católica que nunca possuíram.

Judeus: são os que rejeitam o que em figura (Antigo Testamento) seus pais haviam crido. Abraão, Isaac e Jacó, assim como todos os santos do Antigo Testamento, creram em Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, e pertencem à Igreja Católica triunfante. Os judeus de hoje (judeus enquanto religião) não creem em Nosso Senhor Jesus Cristo nem pertencem à Igreja.

Hereges: são os que dão seu assentimento à doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas escolhem ou rejeitam nesta doutrina o que lhes é sugerido pela sua própria mente. Exemplo: Lutero.

Apóstatas: são os que abandonam a fé e a Igreja. Exemplo: René Guénon.

Gnósticos: aqueles que creem não em Deus – ou seja, não creem nem no que Deus revelou nem no Deus que revela -, mas no demônio (como Adão e Eva fizeram) e lhe prestam culto de uma maneira ou de outra. Em outras palavras, são os que dão fé ao que o demônio diz e não ao que Deus diz.

Ecumenismo: tal como o ensina a Igreja conciliar, é uma verdadeira heresia, que consiste em dizer que se pode salvar em e por qualquer religião. Exemplo: João Paulo II.

União transcendental das religiões: não há união transcendental das religiões. Uma religião é verdadeira ou falsa. Que união pode haver entre Cristo e Belial, entre a luz e as trevas?

Metafísica: para a verdadeira filosofia, é o estudo do “ser enquanto ser”. Alguns preferem dizer “do ente enquanto ente”, que traduz melhor o termo latino “ens”. A Metafísica estuda Deus tanto quanto Ele pode ser conhecido pelas simples forças da razão natural.

Para Guénon, Metafísica é outra coisa. Para Schuon também. Olavo diz que segue Guénon e Schuon no uso deste termo (Cf. Verbum, nº 1, pág. 41).

“La ‘metafísica’ hindú es para él (Guénon) un gnosticismo perfecto y absoluto, pues termina en el panteísmo (incluso si Guénon no cita jamás la palabra gnosis, emplea sin embargo el término sánscrito ‘jnána’, que es el equivalente, y prefiere usar el término ‘metafísica’, que ‘guenonianamente’ significa ‘conocimiento’ o… gnosis).” (Pe. Curzio Nitoglia – Jesus Christus – nº 67, página 24.)

Continuaremos o assunto se Deus quiser. Que sua graça nos assista.



+ Tomás de Aquino OSB




U.I.O.G.D

domingo, 14 de janeiro de 2018

Voz de Fátima, Voz de Deus - Nº 46

13 de janeiro de 2018
Mosteiro da Santa Cruz



“Vox túrturis audita est in terra nostra”
(Cant. II, 12)


Conversando com um professor universitário a respeito do artigo de Olavo de Carvalho publicado na revista Verbum números 1 e 2 de julho e novembro de 2016, abordamos a seguinte questão: este artigo exprime apenas o pensamento de René Guénon e de Schuon  ou também o do autor do artigo? Que haja críticas do pensamento de Guénon ao longo do artigo é evidente. O artigo, cujo título é “As Garras da Esfinge”, com subtítulo: “René Guénon e a Islamização do Ocidente”, revela este projeto de Guénon de islamizar o Ocidente. Mas aí se encontram também várias ideias do Olavo, o que é normal. Nenhum pensador escreve um longo artigo sem dizer nada do que ele mesmo pensa. E o que pensa Olavo de Carvalho?

Para melhor examinar esta questão, pedi ajuda ao Rev. Pe. Joaquim FBMV. Procurei também ler o que já foi escrito sobre Guénon e sobre Schuon, além de ler atentamente o artigo citado. A que conclusão cheguei?

A conclusão é que Olavo de Carvalho, apesar de criticar Guénon e Schuon, conserva algumas de suas ideias. São estas ideias que é preciso analisar.

No artigo de Verbum nº 1, página 41, ele escreve: “Que as tradições materialmente diferentes convergem na direção de um mesmo conjunto de princípios metafísicos é algo que não se pode mais colocar seriamente em dúvida. A tese da ‘Unidade Transcendental das Religiões’ é vitoriosa sob todos os aspectos.”

Esta passagem não é uma citação nem de Guénon nem de Schuon. Ela é um juízo feito por Olavo de Carvalho. Este juízo é falso, pois não existe “Unidade Transcendental das Religiões”. Isto é ecumenismo e ecumenismo do Vaticano II. Religião não é uma especulação. Que alguns pagãos tenham dito alguma coisa de verdadeiro sobre Deus é uma coisa. Que as religiões pagãs participem de uma “unidade transcendental” com a religião católica é outra e é falsa. João Paulo II talvez desse razão a Olavo. Quem não lhe dá razão é a Igreja Católica. Por quê? Porque os deuses dos pagãos são demônios, diz a Sagrada Escritura. Não há, nem pode haver união entre a verdadeira religião e as falsas, sejam elas quais forem.

Esta heresia ecumênica, pois se trata de uma heresia, é causa da perda da fé de milhões de católicos e, em consequência, da perda eterna de suas almas.

Que nossos fiéis estudem a doutrina Católica nas encíclicas dos Papas de antes do Concílio Vaticano II, o qual foi o maior desastre da história da Igreja desde a sua fundação, como diz Dom Lefebvre. O ecumenismo conciliar, assim como a tese desta unidade transcendental das religiões procedem do mesmo erro e da mesma recusa de Nosso Senhor Jesus Cristo e de sua única Igreja, fora da qual não há salvação.

Com a graça de Deus, esperamos voltar ao assunto.




+ Tomás de Aquino OSB




U.I.O.G.D

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Voz de Fátima, Voz de Deus - Nº 44

30 de dezembro de 2017

“Vox túrturis audita est in terra nostra”

(Cant. II, 12)

  

Por mais que a vida contemplativa afaste os monges da atualidade, a atualidade não se afasta dos monges.

Neste final de dezembro, recebemos, entre outras, a visita de Dom Williamson, Dom Faure, Padre Tarcísio Ferreira da Costa (da Fraternidade São Pio X), Professor Marcos Paulo, Noel Neder (admiradores de certos escritos e aulas do Prof. Olavo de Carvalho).

A Dom Williamson pedimos o retiro anual e a ordenação do Pe. Rodrigo da Silva; ao Padre Tarcísio permitimos celebrar a missa em nossa Capela São Miguel; do Prof. Marcos Paulo ouvimos conferências.

Quem olha de fora pode pensar: Resistência, Dom Fellay, admiração por certas posições de Olavo de Carvalho; eis o ecumenismo de bom tom do Mosteiro da Santa Cruz.

Quem aprofunda a questão verá que ela é mais sutil, pois se honramos todos os nossos visitantes (honrar todos os homens, diz a Regra de São Bento), a atitude em relação a cada um é distinta.

De Dom Williamson recebemos o depósito da Fé, a doutrina dos Papas que condenaram o Liberalismo. Ao Pe. Tarcísio, meu sobrinho, cedemos a capela e escutamos a exposição das razões deste jovem sacerdote, ordenado há poucos dias, que deseja guardar fidelidade a Dom Lefebvre. Admiramos sua retidão. Lamentamos sua inexperiência. Rezamos pela sua perseverança. Quanto aos admiradores de alguns escritos e aulas do Prof. Olavo de Carvalho, expusemos-lhes nossas graves reservas e tomamos mais consciência de que, por mais que a vida contemplativa nos afaste da atualidade, o apostolado e, mais ainda, o episcopado nos obriga a tratar das questões atuais sejam elas religiosas ou políticas, pois, no fundo, tudo na vida humana depende essencialmente da relação do homem com Deus. Até a economia, diz Pio XI, não escapa à solicitude da Igreja.

Tentaremos, com o auxílio da graça, voltar a estes assuntos na esperança de que alguns encontrem em nossos escritos um eco fiel do ensinamento do Verbo que se fez carne e habitou entre nós para ensinar-nos a verdade. Veritatem Dilexisti.

  

+ Tomás de Aquino OSB






U.I.O.G.D

sábado, 18 de março de 2017

Voz de Fátima, Voz de Deus - nº 7

Mosteiro da Santa Cruz
18 de março de 2017

“Vox túrturis audita est in terra nostra”

(Cant. II, 12)

O que pensar de René Guénon, Frithjof Schuon e seus discípulos?
Que sua doutrina é contrária à doutrina da Igreja.

E que pensar de Olavo de Carvalho?
Na medida em que ele adere às doutrinas de René Guénon e de Schuon, ele também se opõe à doutrina da Igreja.

O que pensar da obra de Schuon sobre a Unidade Transcendental das Religiões?
O mesmo que já foi dito acima.

Onde encontrar uma exposição detalhada dos erros de Schuon?
Nas conferências divulgadas pelos dominicanos de Avrillé (França) a respeito deste autor.

+ Tomás de Aquino OSB

U.I.O.G.D

segunda-feira, 13 de março de 2017

Voz de Fátima, Voz de Deus - Nº 6


11 de março de 2017

“Vox túrturis audita est in terra nostra”

(Cant. II, 12)

O Apocalipse nos apresenta os fatos que sucederão quando o Anticristo aparecer.

Dom Emmanuel, abade beneditino do século XIX e pároco da aldeia de Mesnil-Saint-Loup, nos descreve em temos proféticos o esforço de sedução que precederá e acompanhará a vinda do homem de pecado, que fará prestar a si mesmo as honras devidas a Deus. Para angariar discípulos, o Anticristo não poupará esforços para se ver aceito por adeptos de toda sorte de falsas religiões e procurará conquistar mesmo os católicos. Escutemos o que ele nos diz:

“É muito crível também que o Anticristo disporá, para subir, de todos os partidários das falsas religiões. Ele se anunciará como cheio de respeito pela liberdade de cultos, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta. Nada impede que o mundo muçulmano aceite o falso messias dos judeus como um novo Maomé.

O que sabemos? Talvez irá até dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com Buda e Maomé, em não sei que panteão de falsos deuses!”

Quem não reconhece nesta descrição profética o ecumenismo inspirado pelo Concílio Vaticano II?

Mas haverá algum ecumenismo superior, uma unidade transcendente das religiões, onde as religiões estariam unificadas “pelo topo”, como diz Olavo de Carvalho?

Não, de modo algum. Religião, ou seja, conjunto de verdades e de preceitos pelos quais nossa vida é ordenada a Deus, só existe uma. É a religião católica, com exclusão de todas as outras.

Com a graça de Deus, voltaremos ao assunto num próximo número.

+ Tomás de Aquino OSB