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terça-feira, 1 de maio de 2018

Comentários Eleison DLXIII (563) - Evitou-se a Guerra? - II

Por Dom Richard N. Williamson
Borboletas ao Luar

28 de abril de 2018


      São os judeus o pior problema do mundo? Sim e não.
      Para que sigam seu rumo, eu devo consenti-lo.


     Já que os melhores comentaristas políticos raramente chegam perto da fonte religiosa da história, e, no entanto, como Deus governa o homem, as relações do homem com seu Deus (religião) governam suas relações com seus concidadãos (política), e assim a religião governa a política, então um comentarista religioso deve abrir a dimensão religiosa das questões políticas, estas que a maioria das pessoas sem Deus pode querer positivamente que seus comentaristas políticos deixem em paz. O Deus Todo-Poderoso parece ser muito indesejado no cenário mundial de hoje, por mais que seja Ele, não obstante, seu absoluto Senhor!

      O tema da religião dirigindo de fato a política surgiu nestes “Comentários” semana passada, quando se afirmou que certa raça de homens estava por trás tanto das mentiras da mídia quanto da pressão militar para iniciar a Terceira Guerra Mundial. Levando em consideração quão mortífera as mais recentes armas dos tempos modernos tornarão esta guerra, quem na terra pode pensar que eles ganharão mais do que perderão por causa do conflito global? A resposta é uma raça de homens tão absolutamente certos de sua superioridade sobre todos os outros homens e convencidos de que merecem governar toda a humanidade, e de que eles podem e devem manipular os eventos mundiais até que cheguem ao domínio, por bem ou por mal, porque o fim é tão sagrado que justifica todos os meios. Sagrado? A obliteração da humanidade é algo sagrado? Sim, um senso distorcido do sagrado é a chave para a insanidade: “Nós, o Povo Eleito, somos tão sagrados que ou nós governamos o mundo, ou ele deve ser destruído, e nós mesmos com ele!”.

      O problema é que de Abraão a Cristo eles realmente foram a raça escolhida por Deus para ser o berço e o ponto de partida de Seu próprio Filho Encarnado. Por dois mil anos eles foram estritamente separados do resto dos homens e elevados acima destes, especialmente privilegiados e especialmente punidos quando necessário, seja como for, especialmente tratados para se tornarem aptos para darem ao Divino Filho Sua natureza humana, sua Mãe humana, seus amigos, sua raça e seu entorno, de modo que, como seu Messias, Ele poderia redimir todos os homens de seus pecados. E se o provérbio africano diz que é preciso uma aldeia inteira para formar uma criança, o que não teria custado para formar uma Santíssima Virgem Maria?

      Diga-se hoje o que quiser sobre os desta raça, eles realmente cumpriram sua missão no que diz respeito ao aspecto principal. O drama é que quando seu Messias veio entre eles e provou que Sua missão era conquistar o mundo para o Reino dos Céus e não para a glória deles, eles O crucificaram, e, porque o repudiaram coletivamente desde então, se colocaram na posição de raça do Messias que odeia o Messias, um problema patológico insolúvel, ao menos e até que eles se voltem individualmente ao Cristo que tanto odiaram.

      Desta patologia – ou, antes, teologia – da queda dos judeus por dois milênios, segue uma cascata de consequências para a leitura correta dos eventos mundiais recentes, mas as mais importantes conclusões por extrair-se são as seguintes. Antes de mais nada, se Deus Todo-Poderoso está deliberadamente permitindo que um pequeno número de judeus arquitetem a corrupção e o caos de um grande número de gentios, é somente em ordem a conduzir estes gentios a Ele. Pois, na verdade, a única coisa que os judeus não podem controlar é a Fé verdadeira da única e verdadeira Igreja Católica. Deus não criou o mundo e a Igreja Católica para que as almas caíssem no Inferno, de modo que sempre que as almas retomam a Fé verdadeira elas têm em suas mãos “a vitória sobre o mundo” (I Jo. V,4). E nada nem ninguém pode forçá-las a abandonar a Fé. Se elas abandonam, essencialmente não podem culpar a ninguém mais por isso que não seja a si mesmas.

      Então, façamos com que cada um de nós se volte com seu coração e com sua mente para o único Deus da única Igreja verdadeira (não aquela do Vaticano II), e aos inimigos de Deus, judeus ou gentios, restará somente perder seu poder atual. Eis a única solução para a corrupção e o caos mundial atuais. Se possível, rezem quinze mistérios por dia do Santo Rosário da Santíssima Mãe de Deus, a pessoa humana mais grandiosa que já existiu – uma judia.

Kyrie Eleison


Traduzido por Leticia Fantin.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Comentários Eleison DLXII (562) - Evitou-se a Guerra? - I

Por Dom Richard N. Williamson
Tradução: Introibo ad Altare Dei

21 de abril de 2018


Os gentios estão protegidos desde que estejam com Deus,
Mas, se O desprezaram, escolheram serem vítimas dos judeus.



      No fim do mundo haverá “guerras e rumores de guerras”, diz Nosso Divino Senhor (Mt XXIV, 6); mas “olhai, não vos turbeis; porque importa que estas coisas aconteçam, mas não é ainda o fim”. Nas últimas semanas tivemos indubitavelmente rumores de guerra que incluíram a ameaça na Síria de um grande confronto entre as forças armadas dos Estados Unidos e as da Rússia. Desde então a ameaça parece ter diminuído. O que aconteceu, e quais são as perspectivas para o futuro? Estamos agora a salvo da Terceira Guerra Mundial?

      É difícil dizer com certeza, porque é claro que a grande mídia está virtualmente inteira nas mãos daquela raça que está empurrando para essa Terceira Guerra Mundial que ela espera que lhe permita completar sua tirania sobre a humanidade, deixada incompleta por suas duas primeiras Guerras Mundiais. Portanto, praticamente todos os relatórios midiáticos são inclinados em favor das pessoas e dos eventos que poderiam levar à guerra. No entanto, essa raça ainda não conseguiu controlar a Internet, que, no momento, quebrou seu controle monopolista da opinião pública, de modo que se alguém estiver procurando a verdade é ainda possível ouvir vozes sãs. O que se segue é uma versão de eventos a partir do material fornecido por dois comentaristas dos Estados Unidos, ambos acessíveis na Internet: Paul Craig Roberts e “the Saker”:

      O último confronto temido entre EUA e Rússia na Síria foi evitado porque os líderes das forças armadas dos EUA em Washington não arriscariam um conflito com os russos, por causa das terríveis armas russas reveladas recentemente pelo presidente Putin na Rússia. Essas armas parecem capazes de causar estragos em qualquer frota americana que se encontre atualmente no Mediterrâneo. Portanto, os americanos evitaram cuidadosamente um ataque que poderia ter provocado uma retaliação russa, e avisaram aos russos antecipadamente, de modo que a maioria dos mísseis disparados foi abatida pela Síria, e o dano foi mínimo.

      Isto significa que o perigo acabou? De forma nenhuma. A raça mencionada mais acima ainda quer a guerra, e controla a política externa americana, tal como Ariel Sharon uma vez se gabou em Israel: “Nós controlamos os americanos, e eles sabem disso”. De qualquer forma, por todos os meios que estiverem ao seu considerável alcance eles estarão trabalhando nos generais americanos dissidentes e no presidente Trump, enquanto se esforçam furiosamente para desenvolver meios efetivos de defesa contra as novas armas russas. E assim que acharem que superaram esses obstáculos, sua mídia produzirá outro conjunto de mentiras para enganar o estúpido público ocidental, como as “armas químicas” (que já foram há muito tempo completamente removidas da Síria), ou a construção da democracia (os próprios sírios estão bastante felizes com o seu Presidente Assad), ou “Putin é Hitler” (ele continua a mostrar notável tolerância em face da vil provocação ocidental; mas, se ela não cessar, então um dia ele reagirá mais do que compreensivelmente).

      Entretanto, mesmo a influência dominadora dessa raça (pouco mencionada pelos dois comentaristas políticos) não chega ao cerne da questão (que os dois comentaristas não mencionam de jeito nenhum): essa raça é meramente um flagelo usado – e protegido – por Deus para servir a Ele punindo os povos da terra que lhe dão as costas. Assim, essa raça mostrou aos líderes do Ocidente todos os reinos do mundo, gabando-se de que estão em seu poder, e prometeu entregar ao Ocidente a Nova Ordem Mundial, se o Ocidente se inclinasse e a adorasse. Os líderes e as nações ocidentais não foram obrigados a aceitar a oferta, mas fizeram sua livre escolha.

      Portanto, a menos que os líderes e as nações ocidentais comecem a dar a resposta correta a essa oferta, a saber: “O Senhor teu Deus adorarás, e a Ele só servirás”, essa raça continuará a usar todos os talentos especiais que Deus lhe deu para tentar e flagelar. Assim, parece provável que a III Guerra Mundial eventualmente ocorrerá, se não na Síria, então onde quer que mais nações sem Deus possam ser enganadas.


      Kyrie eleison.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Comentários Eleison DLVII (557) - Inimigos Constantes

Por Dom Richard N. Williamson
Tradução: Borboletas ao Luar

17 de março de 2018


Não por muito tempo os inimigos de Deus seguirão vencendo.
Uma confiança plena n’Ele ir-nos-há fortalecendo.

      Muitos leitores destes "Comentários" – mas não todos, absolutamente – devem ficar chocados e incrédulos sempre que estes continuam referindo-se aos judeus como sendo uma das principais fontes dos problemas na Igreja e no mundo de hoje. Isto ocorre porque desde a Revolução Francesa (1789), quando os maçons emanciparam os judeus e lhes deram liberdade para ocupar todas as posições de influência na sociedade, os judeus, com seu controle progressivo da política, das universidades e dos meios de comunicação em particular, apossaram-se cada vez mais das mentes das pessoas, e usaram esse controle que lhes foi concedido por gentios incautos para persuadirem a todos de que os judeus são as vítimas e não a causa das tensões constantes entre eles e o resto do mundo.

      No entanto, na Idade Média, quando a Fé iluminou as mentes dos homens com o Caminho, a Verdade e a Vida, os Papas Católicos e os Concílios da Igreja publicaram um grande fluxo de documentos para fazer com que os cristãos se acautelassem dos truques dos judeus, e até mesmo para proibirem os cristãos, por sua eterna salvação, de associarem-se com os eles. Isso foi meramente "antissemitismo"? Em nossos dias, um professor italiano argumentou recentemente – e ele não está só – que os judeus são a força controladora dentro do Papado e da Igreja conciliar. Segue um breve resumo do argumento do professor, que pode ser encontrado na íntegra aqui.

      O neomodernismo que devasta a Igreja Católica atualmente é o modernismo condenado por São Pio X, mas com um novo elemento acrescentado: o judaísmo talmúdico. Os judeus sempre se esforçaram para neutralizar a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois se Ele não é Deus, o catolicismo não é nada, e então o principal obstáculo para o domínio mundial está fora de seu caminho. Por exemplo, por que, em 2009, espalhou-se certa fúria pelo mundo por alguns comentários na televisão sueca que lançaram dúvidas sobre a existência de câmaras de gás homicidas na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial? O problema não pode ter sido apenas o Bispo que fez as observações. De fato, o alvoroço foi concebido em parte para prejudicar a tradicional Fraternidade Sacerdotal São Pio X, à qual o Bispo então pertencia, mas principalmente para forçar o Papa Bento XVI a afastar-se daquela Tradição Católica que está em consonância com a Fé da Idade Média. Assim, o Cardeal Ruini, Vicário emérito do Papa da diocese de Roma, declarou na época: "Ninguém que negue o 'Holocausto' pode ser um Bispo católico".

      O professor prossegue dizendo que um grande passo adiante para esta colocação do "Holocausto" no centro da religião católica foi dado em 1965, quando o Vaticano II declarou em seu documento Nostra Aetate que a aliança de Deus com os israelitas no Antigo Testamento ainda é válida, o que significa que a redenção por Jesus Cristo já não é mais necessária para a salvação; em outras palavras, que a Igreja Católica já não possui unicamente a Verdade completa e não é o único meio de salvação eterna. A partir disso a importância religiosa de Nosso Senhor Jesus Cristo, abandonada pelo Vaticano II, foi imediatamente tomada pelos judeus e anexada ao seu "Holocausto". Por isso disse Abraham Foxman da B'nai B'rith em Nova York: "O Holocausto não é simplesmente um exemplo de genocídio, mas é um ataque quase bem sucedido contra o povo eleito de Deus; em outras palavras, contra o próprio Deus".

      Assim, para os judeus, o "Holocausto" é um evento teológico, central para a nova religião que deve ser imposta ao mundo inteiro, e ante a qual todas as outras religiões devem curvar-se, a começar pelo Catolicismo. É por isso que os Bispos católicos que questionam o "Holocausto" devem ser silenciados e banidos, e a Igreja Católica deve fazer o que seus mestres talmúdicos lhe digam para fazer. E o professor italiano conclui que os "irmãos mais velhos" conseguiram-se tornar os guardiões incontestáveis da Igreja de Cristo.

      Notem que esta tese exemplifica perfeitamente a afirmação de Tertuliano de que apenas a fraqueza dos católicos é a força dos judeus. A propaganda em favor do "Holocausto" decolou somente depois do Vaticano II. Antes do Concílio, as pessoas ainda tinham um pouco de bom senso para não acreditarem que cerca de duas vezes mais judeus do que o número de judeus que havia na Europa antes da guerra teriam sido exterminados.

      Mas "não temais, pequeno rebanho" (Lc. 12, 32). Todo católico sabe que é Deus que terá a última palavra, e não os seus inimigos. Este final catastrófico da Quinta Idade da Igreja, através do qual estamos vivendo, está preparando o maior triunfo da Igreja em toda a sua história, e pagando adiantadamente por ele, a breve Sexta Idade, ou Triunfo do Imaculado Coração de Maria. Algum tempo depois poderá vir o maior triunfo em toda a história do mundo dos inimigos de Deus, o reinado de três anos e meio do Anticristo (Jo 5, 43), ou a Sétima Idade da Igreja. Mas logo em seguida virá a última palavra para acabar com todas as últimas palavras, o Juízo Geral, que pertence a Deus, e que restabelecerá perfeitamente a Sua justiça universal.

      Kyrie eleison.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Sermões: 24º Domingo depois de Pentecostes (2013)


Sermão proferido por Dom Tomás de Aquino OSB. Desejou-se, tanto quanto possível, conservar em sua escrita a simplicidade da linguagem oral.


PAX
XXIV Domingo depois de Pentecostes (2013)


Ao terminar o ano litúrgico, pois com este domingo se termina o ano litúrgico, a Santa Igreja põe diante de nossos olhos os acontecimentos que marcarão o final não só de um ano, mas o final de todos eles, o final de todos os tempos, ou seja, o juízo final e o começo da eternidade, eternidade que será bem diferente para uns e outros conforme as ações de uns e de outros. Os bons terão o Céu e os maus irão para o Inferno. Tanto o Céu como o Inferno são eternos. Quem entrar no Céu jamais sairá de lá. Quem entrar no Inferno também jamais sairá de lá.
Ora, tanto a epístola como o Evangelho de hoje insistem na necessidade de conhecermos a vontade de Deus sobre nós. Por esta razão, nós vamos iniciar no próximo domingo os dias de formação para todos os nossos fiéis. Todos são convidados a almoçar aqui e teremos conferências de formação no 1º domingo de cada mês.
Mas por que temos necessidade desta formação se no domingo já temos o sermão e o catecismo? A resposta está no Evangelho de hoje. Vejamos, pois, o que diz o Evangelho:

“Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Quando virdes no lugar santo a abominação da desolação que foi predita pelo profeta Daniel, quem ler entenda. Então os que estiverem na Judeia fujam para os montes; e o que se achar no terraço não desça para buscar coisa alguma de sua casa; e o que estiver no campo, não volte para tomar sua túnica”. Façamos uma pausa.

Nosso Senhor fala aqui de dois acontecimentos ao mesmo tempo. Dois acontecimentos que têm uma mesma causa. Quais são estes dois acontecimentos e qual é esta causa comum? A causa é a recusa de crer em Nosso Senhor. Mas comecemos pelos acontecimentos e depois examinaremos melhor esta causa que é comum aos dois, razão dos domingos de formação que queremos fazer.
Nosso Senhor fala aqui da destruição do templo de Jerusalém e, ao mesmo tempo, da destruição, se possível fosse, da Santa Igreja.
O primeiro acontecimento marca o fim do reino de Israel e dos antigos sacrifícios prescritos por Moisés e que eram realizados no templo de Jerusalém. Este templo foi destruído no ano 70 quando Tito, general romano, cercou Jerusalém e venceu os judeus, matando cerca de um milhão de judeus. Pouco tempo depois o imperador Adriano acabou de destruir o que restara do templo e expulsou os judeus da região da Palestina, os dispersando pelo mundo.
Nosso Senhor prediz estes acontecimentos e aconselha aos fiéis partirem dali antes que estes acontecimentos se realizem, dando-lhes os sinais necessários para partirem antes da destruição de Jerusalém.
Entre estes sinais, Nosso Senhor fala da “abominação da desolação posta no lugar santo”. Lugar santo era o templo de Jerusalém. A abominação da desolação são os símbolos do paganismo dentro do templo, como fez Pilatos pondo os símbolos dos romanos dentro do templo de Jerusalém e como fizeram os imperadores romanos em sinal de desprezo pelo templo. Estes símbolos eram os estandartes e as estátuas dos romanos que simbolizam as doutrinas dos pagãos que consideravam os imperadores romanos como deuses. Eis aí o primeiro acontecimento predito por Nosso Senhor.
Nosso Senhor prediz não só o acontecimento, mas explica o que acontecerá antes dele para alertar os fiéis, para que eles fujam de Jerusalém antes de sua destruição, como Ló foi avisado para sair de Sodoma antes da destruição desta cidade.

Passemos agora ao segundo acontecimento predito por Nosso Senhor. Nosso Senhor prediz aqui o que acontecerá no fim do mundo. Ele nos diz as mesmas palavras: “Quando virdes no lugar santo a abominação da desolação… então fujam para os montes…” Que lugar santo é este senão a Santa Igreja Católica Apostólica Romana? Que abominação da desolação é esta?
Santo Hilário nos diz que a abominação da desolação é o Anticristo. Por que tem ele este nome? Por que ele ensinará o contrário do que Nosso Senhor ensinou. Assim como Nosso Senhor Jesus Cristo veio nos ensinar a verdade, o Anticristo virá ensinar a mentira.
Mas quem é o Anticristo? É ele uma pessoa, ou um grupo de pessoas ou uma situação geral de desorientação diabólica devido à perda geral da Fé? Três possibilidades:

Ou o Anticristo é uma pessoa, um homem, o homem de pecado, um homem que se entregará totalmente ao demônio;
Ou então é um grupo de homens que dominarão o mundo, levando-o a repudiar totalmente o Cristianismo;
Ou então é uma situação geral em que todas as nações se voltarão contra Nosso Senhor Jesus Cristo e contra a Sua Santa Igreja.

Qual destas possibilidades é a verdadeira? Provavelmente as três.
Assim como Nosso Senhor teve profetas que anunciaram e preparam sua vinda, assim o Anticristo terá e já tem os seus profetas que preparam a sua vinda.
Um grupo de homens preparará a vinda do Anticristo criando uma situação favorável para o seu domínio sobre as nações e finalmente ele virá. Logo, as três possibilidades se completam:

O Anticristo é
1 – a apostasia geral
2 – um grupo de homens e
3 – um homem.

Escutemos São Paulo nos descrever estes acontecimentos que a Santa Igreja propõe hoje à nossa consideração.
“Ninguém de modo algum vos engane, porque isto não será [ele fala aqui do fim do mundo e do Juízo Final] sem que venha antes a apostasia [apostasia consiste no abandono da fé católica] e sem que tenha aparecido o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se oporá e se elevara sobre tudo o que se chama Deus ou que é adorado, de sorte que se sentará no templo de Deus, apresentando-se como se fosse Deus.
Não vos lembrais que eu vos dizia estas coisas quando ainda estava convosco? E vós agora sabeis o que é que o retém, a fim de que seja manifestado a seu tempo. Com efeito, o mistério da iniquidade já se espera, somente falta que aquele que agora o retém, desapareça”.
Antes de continuar, digamos uma palavra sobre este impedimento do qual fala São Paulo. Algo impede o Anticristo de aparecer e de reinar. Algo o retém. O que é este algo?

Muitas hipóteses já foram levantadas. Eis duas delas que me parecem muito prováveis.
Esta barreira, este impedimento, eram as nações católicas, eram os estados pontifícios, onde o Papa era protegido pelos reis e pelo seu próprio reino pontifício. Era o poder político protegendo o papado.
Hoje o poder político é contra a Igreja. Já não existem nações oficialmente católicas. O obstáculo, a muralha protetora foi derrubada, o Anticristo pode aparecer. Ele não encontrará um exército para defender a Igreja conta seus ataques.
A segunda hipótese é a doutrina. A doutrina da Fé, a doutrina revelada, a Tradição. Enquanto Roma mantiver a Tradição, o Anticristo não pode reinar, porque os católicos unidos ao Papa como no tempo de São Pio X são um impedimento à sua aparição e ao seu domínio sobre o mundo. São Pio X e os papas até Pio XII retiveram o Anticristo, pois a Verdade é um obstáculo ao Anticristo, que só pode reinar através da mentira.

Podemos pensar que Dom Lefebvre e Dom Antônio fizeram o mesmo e retiveram o Anticristo porque mantiveram a Tradição.
A Fé católica é o impedimento. A Fé católica professada pelos bispos e pelos papas. Mas se os papas e os bispos abandonam a Fé católica, o caminho fica livre para o Anticristo. Mas como seria possível os papas e os bispos abandonarem a Fé católica? Isto é obra do liberalismo.
O liberalismo é a mais perigosa de todas as heresias. Liberalismo e modernismo são duas heresias gêmeas. Elas são como um monstro de diversas cabeças. Elas penetram na vida e na alma dos católicos de mil maneiras diferentes que vão desde a televisão e a calça comprida para as mulheres até à revolução litúrgica que destrói a missa e as fontes da graça na Igreja, passando por todas as heresias ensinadas hoje nos meios modernistas.

Mas continuemos a escutar São Paulo: “E então se manifestará esse iníquo (a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e destruirá com o resplendor da sua vinda); a vinda dele (isto é, do Anticristo) é por obra de Satanás, com todo o poder, com sinais e prodígios mentirosos e com todas as seduções da iniquidade para aqueles que se perdem, porque não abraçaram o amor da verdade para serem salvos”.
“Por isso Deus lhes enviará o artifício do erro, de tal modo que creiam na mentira, para serem condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas se comprazeram na iniquidade.”

Logo, caríssimos irmãos, nós vemos muito claramente que tanto a destruição do templo de Jerusalém como a vinda do Anticristo têm a mesma causa: o desprezo da verdade, o desprezo e abandono d’Aquele que disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. Se nós quisermos salvar nossas almas, nós temos que amar e viver na Verdade. “Porque”, diz Nosso Senhor, “haverá grande aflição, qual nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem haverá jamais. E se esses dias não fossem abreviador, ninguém se salvaria: mas por causa dos eleitos, estes dias serão abreviados”.
Que aflição é esta da qual fala Nosso Senhor? É o desprezo da Verdade, é o abandono da Fé católica, é o abandono dos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, é o abandono da Tradição, é o modo de pensar e o modo de viver dos quais Nosso Senhor está ausente. É o liberalismo difundido pela maçonaria como preparação da vinda do Anticristo, que será o pai da mentira como o é o demônio, do qual o Anticristo será o filho espiritual por excelência, o discípulo.

Amemos, pois, a Verdade. Amemos nossa Mãe Santíssima, ela que venceu e sempre vencerá o demônio em todas as batalhas, ela da qual está dito: “Feliz és tu que venceste todas as heresias em todo o mundo”.
Quem ama a Virgem Maria jamais será enganado e se cair em algum erro não será por muito tempo, pois ela o retirará rapidamente, pois um filho de Nossa Senhora jamais se perderá.

Que cada um de nós examine sua vida, que cada um de nós se pergunte se não está pactuando com os precursores do Anticristo pelo seu procedimento, pela sua vida, suas conversas, suas diversões e se ver que deve se corrigir, que o faça, pois o tempo é breve e o machado já está para cair sobre a raiz, e nossa vida para ser cortada, e o dia do Juízo para chegar para nós em particular e para o mundo inteiro no Juízo Final.

Que Nossa Senhora nos obtenha a salvação, eis a graça que desejo a todos nós. Assim seja.


Dom Tomás de Aquino O.S.B.

domingo, 5 de março de 2017

Comentários Eleison DII (502) - Religião de Migração

Por Dom Richard N. Williamson
25 de fevereiro de 2017


Os homens brancos europeus abandonaram Deus?
Servir-lhes-ão de flagelo negros, muçulmanos, mulheres e judeus!


Então, existe um Poder Global por trás do fluxo em andamento de imigrantes não europeus para a Europa, e a religião é “decisiva” neste fluxo – assim está dito no “Comentário Eleison” da semana passada. Duas questões, então, se levantam: quem ou o que é este poder? E como pode a religião entrar em uma questão tão política?

Em relação à identidade deste Poder Global, de cuja existência o economista húngaro estava tão seguro sem estar disposto a identificá-la, há facilmente acessível na internet (ao menos que tenha sido abafado) um vídeo fascinante e aterrador de uma entrevista filmada em 2010, de poucos minutos de duração, na qual uma judia declara que são os judeus que estão liderando a transformação multicultural da Europa. Barbara Spectre nasceu nos EUA em 1942, graduou-se em estudos filosóficos nos EUA, atuou como educadora profissional desde 1967 em Israel, e em 1999 emigrou para a Suécia para unir-se a seu marido, que era rabino da sinagoga de Estocolmo. Assistindo ao vídeo, parece evidente que ninguém a estaria forçando a revelar quem está por trás da transformação que está em curso atualmente na Europa. Antes, ela sinceramente acredita nessa transformação e no que os judeus estão fazendo com a Europa, porque declara que somente a invasão de imigrantes possibilitará que a Europa sobreviva. Eis aqui suas próprias palavras:

sábado, 14 de janeiro de 2017

Os Protocolos dos Sábios de Sião - Gustavo Barroso

DO QUE SE TRATA 

Os Protocolos são considerados como uma obra reveladora, um mistério desvendado pela filtração das tão zelosamente guardadas Atas Secretas do Congresso Sionista de Berna, cujo conteúdo central revela uma conspiração judaico-sionista internacional e que o escritor Léon de Poncins definia como a misteriosa Internacional Judaica, pelo fato da sua mensagem indicar a existência de um complô mundial. Já para René Guénon, os Protocolos seriam “uma tática destinada à destruição do mundo tradicional”. Também o escritor e historiador espanhol, especialista em questões judaicas, Joaquín Bochaca, define o assunto assim: “os Protocolos dos Sábios de Sião podem ser resumidamente descritos como um estuo [ardor] para o domínio do mundo por uma irmandade ou sociedade secreta”. Seja como for, os indícios de que o plano já estava em andamento e do qual os Protocolos seriam quase que um tipo de regulamentação já haviam sido manifestados, no século passado, pelo todo-poderoso Primeiro Ministro de origem judaica da Inglaterra, Benjamin Disraeli, ao afirmar que "o mundo está governado por personagens muito diferentes dos imaginados por aqueles que estão frente aos bastidores”, tese que seria confirmada e ratificada pelo também judeu e Ministro das Relações Exteriores da tristemente famosa República de Weimar, Alemanha, Walter Rathenau, ao afirmar que “trezentos judeus, cada um dos quais conhecendo os demais, governam os destinos do continente europeu e elegem seus sucessores entre os que os rodeiam”. 


UM RESUMO 

No dia 8 de maio de 1920 o então prestigioso jornal londrino The Times publicou um resumo do famoso plano de dominação mundial, baseado na primeira edição dos Protocolos, que se encontra catalogada desde 1906 no Museu Britânico, sob o código 3926d17. A partir desta data iniciou-se a grande polêmica em torno do assunto. Vejamos o resumo do Times: 

→Primeiro: Existiram e continuam existindo, desde há muitos séculos, organizações secretas políticas judaicas;

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Comentários Eleison CDXCIII (493) - Cartão de Isaías

Por Dom Richard N. Williamson
Tradução: Borboletas ao Luar

24 de dezembro de 2016
A Jesus Cristo todos os homens na terra devem se voltar,
Ou então, aqui ou no futuro, eles deverão queimar.



Se Deus Todo-Poderoso fosse enviar cartões de Natal, o que poderia escrever no Seu sobre a vinda do próprio Filho, que nasceu na terra como um Filho humano de uma Mãe humana? É verdade que Deus escreveu muitas coisas sobre o Messias através dos escritores que Ele inspirou diretamente para compor os livros do Antigo Testamento e, sem dúvida, uma das mais conhecidas dessas citações vem do profeta Isaías, no capítulo 9. No anterior, Isaías profetiza a desolação e a ruína que cairão sobre os judeus por causa de seus pecados. No 9, ele volta-se para a glória da era messiânica: uma grande luz iluminará a Galileia (província natal de Jesus) – versos 1 e 2. Então, a alegria, como no tempo da colheita ou depois de uma vitória militar (verso 3), virá, após a derrota dos assírios, assim como após a derrota dos midianitas para Gideão (verso 4), e os efeitos da guerra desaparecerão (verso 5). Isaías continua com o “cartão de Natal” (glorificado na música O Messias de Händel):

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Excerto de "Complô Contra a Igreja"

Excerto de Complô Contra a Igreja, de Maurice Pinay (pseudônimo), às páginas 336 e 337. Editora Revisão, 1994.

O famoso historiador holandês Reinhart Dozy dá interessantes pormenores sobre a conspiração judia que estamos analisando que, por outro lado, são confirmados pela Enciclopédia Judaica Castelhana, que é uma voz autorizada do judaísmo; o referido investigador, referindo-se aos israelitas do Império Gótico, diz: "Por 694, dezessete anos antes da conquista da Espanha pelos muçulmanos, projetaram uma sublevação geral, de acordo com os seus correligionários de além do Estreito, onde várias tribos berberes professavam o judaísmo e onde os judeus desterrados da Espanha haviam encontrado refúgio. 

A rebelião provavelmente devia estalar em vários lugares ao mesmo tempo, no momento em que os judeus da África houvessem desembarcado nas costas da Espanha; mas antes de chegar o momento convencionado para a execução do plano, o Governo foi posto ao corrente da conspiração. O Rei Egia tomou imediatamente as medidas ditadas pela necessidade; tendo depois convocado um Concílio em Toledo, informou os seus guias espirituais e temporais dos culpáveis projetos dos judeus e pediu-lhes que castigassem severamente essa raça maldita. Ouvidas as declarações de alguns israelitas, por onde se apurou que o "complot" pretendia nada menos que converter a Espanha em Estado judeu, os Bispos, estremecendo de ira e indignação, condenaram todos os judeus à perda de seus bens e da sua liberdade. O Rei entregá-los-ia como escravos aos cristãos e aqueles que até então haviam sido escravos dos judeus, o Rei emancipava-os"...(114)

Um caso típico de como atua a quinta coluna judia contra as nações que lhes oferecem albergue.

(114) Reinhart Dozy. "Histoire des Musulmans d'Espagne". Leiden. 1932. Pág. 267. E "Enciclopédia Judaica Castelhana". Ediç. cit. Tomo IV. Vocábulo España.

domingo, 11 de setembro de 2016

Comentários Eleison CDLXXVIII (478) - As Origens do Islamismo



Por Dom Richard Williamson
Tradução: Cristoph Klug
Revisão: Rafael S. Souza (Borboletas ao Luar)

10 de setembro de 2016

Quem se beneficia de os inimigos de Nosso Senhor fomentar?
Aqueles dos quais se serve Deus para com aflições nos castigar.


Ao recomendar aos leitores o “Complô Contra a Igreja”, de Maurice Painay, um livro que prova com farta documentação que o principal inimigo da Igreja por dois mil anos tem sido os Judeus, estes “Comentários” afirmaram que os judeus estavam por trás do Islamismo, da Maçonaria e do Comunismo. Nenhum leitor contestou que eles estavam por trás da Maçonaria e do Comunismo, mas alguns perguntaram o que prova que eles estão também por trás do Islamismo. Na verdade, uma vez que o Islã surgiu no século VII d.C., não há documentação como as que existem para as modernas raízes da Maçonaria e do Comunismo. Na verdade, os especialistas sobre o Islã dirão que muitos dos documentos originais no início do Islã foram destruídos, precisamente para encobrir suas verdadeiras origens. Ficamos com os textos do próprio Corão e argumentos históricos para apontar os Judeus como os criadores do Islã. 

Quanto ao texto do Corão, alguém que o estudou de perto antes do Concílio, Hanna Zakarias, chegou à conclusão em seu livro “True Mohammed, False Koran”, que ele foi inteiramente o trabalho de um rabino judeu. Para apoiar sua tese de que o Islã é simplesmente Judaísmo, explicado aos árabes por um rabino para convertê-los ao único verdadeiro Deus do Velho Testamento, Zakarias sustenta que não há nenhuma história e nenhum detalhe no Corão que não sejam especificamente judaicos, referindo-se ao Velho Testamento, ao Talmude ou à outra literatura judaica. Somente um judeu ­– ele argumenta –, poderia glorificar Israel como o Corão faz, como cabeça das nações, único receptor da única Revelação do único Deus verdadeiro. Assim, passagens no Corão honrando, por exemplo, João Batista e a Santíssima Virgem, honram-nos puramente como sendo judeus, cortando toda ligação com a cristandade (Sura XIX, 1-21). Quanto a Jesus, ele pode ter sido o filho de Maria, mas ele certamente não era o Filho de Deus. 

Na contramão, um estudante pós-conciliar do Islã, Laurent Lagartempe, afirma em seu livro “Origins of Islam” que há muitas questões sobre a pessoa histórica de Maomé, e ele argumenta que o Corão é uma miscelânea de textos díspares, mais ou menos estabilizada apenas dois séculos após o início do Islã, para justificar a nova religião, e para servir como seu texto sagrado e rivalizar com o Antigo e o Novo Testamentos de Moisés e de Jesus Cristo, respectivamente. Mas Lagartempe não contesta uma presença significativa do Judaísmo nem de sua influência no Corão. 

Quanto aos argumentos históricos sobre os judeus estarem por trás do Islã, o livro de Pinay registra o bem conhecido papel que os judeus desempenharam em ajudar os árabes a conquistar a Espanha católica entre 711 e 788, reconquistada pelos espanhóis apenas em 1492. Lagartempe supõe razoavelmente que a conquista anterior do norte da África de 647 a 710 também foi auxiliada pelos judeus, porque esses países ao sul do Mediterrâneo, outrora partes de uma próspera cristandade, desde então permaneceram majoritariamente sob o controle árabe. 

No entanto, talvez o argumento principal que sustenta que os judeus estão por trás do Islã é o de ordem mais geral e dificilmente contestável que se apoia sobre o papel muito especial desempenhado na história do povo do Messias, Nosso Senhor Jesus Cristo. Para começar, a formação dos israelitas para este papel, pelo próprio Deus, estendida por mais de 2 mil anos de Abraão a Cristo. Observe no Antigo Testamento como especialmente Deus, recompensando-os ou punindo-os, formou-os como o berço do Messias vindouro. Ele concedeu aos judeus uma familiaridade muito especial com o único Deus verdadeiro, e eles nunca a perderam totalmente desde então. E essa familiaridade lhes dá uma habilidade especial para fabricarem religiões substitutas que parecem satisfazer as necessidades religiosas reais do homem. 

Infelizmente, eles recusaram seu Messias quando Ele veio, e essa recusa lhes dá uma motivação especial para fabricar falsas religiões para afastar os homens de Cristo e da salvação eterna. Aqui está o motivo de Maurice Pinay poder mostrar como eles lutaram ocultamente por todos os séculos contra a Igreja Católica. Hoje eles estão, indiscutivelmente, por trás da invasão muçulmana das nações outrora católicas da Europa, para dissolver os últimos remanescentes da Fé, e então acabar com a oposição dessas nações à sua Nova Ordem Mundial.


Kyrie eleison.

domingo, 19 de junho de 2016

Comentários Eleison CDXLVI (466) - A Trapaça do Antissemitismo

Por Dom Richard Williamson
Tradução: Andrea Patricia (blog Borboletas ao Luar)
18 de junho de 2016
É a palavra “antissemita” brandida como uma espada?
Apenas peça a quem a brande para que a defina.



Há palavras traiçoeiras que parecem significar uma coisa, mas que são empregadas para significar outra completamente diferente. Uma das mais traiçoeiras de todas é a palavra “antissemitismo”. Esta parece significar oposição a todos os judeus pura e simplesmente porque são judeus; nesse sentido, ela condena corretamente algo mau, porque alguns judeus são perversos, mas é certo que nem todos o são. Por outro lado, é frequentemente utilizada para condenar qualquer oposição a tudo que os judeus fazem, e então a palavra está erradamente condenando algo bom, porque sempre que os judeus fizerem algo ruim, então a oposição a eles é boa. Mas os judeus fazem coisas ruins? Obviamente. Eles criaram o islã para os árabes, a maçonaria para os gentios e o comunismo para o mundo moderno, todos os três, primeiramente, para lutar contra Jesus Cristo e o Cristianismo e, então, enviar almas para o inferno.

Um livro que todos os católicos deveriam ler, os que querem defender a Igreja contra o islã, a maçonaria e o comunismo, agora globalismo, é Complô Contra a Igreja, de Maurice Pinay. O livro foi escrito pouco antes do Vaticano II para ser posto nas mãos de todos os padres conciliares e alertá-los sobre o grande perigo no qual a Igreja se encontraria no Concílio. Efetivamente. Os padres do Concílio acabaram por louvar o islã (Unitatis Redintegratio), adotar princípios maçônicos (Dignitatis Humanae) e nunca mencionar, e menos ainda condenar, o maléfico sistema comunista. Eis como em seu capítulo “Antissemitismo e Cristianismo”, Maurice Pinay analisa a traição da palavra “antissemitismo”:

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Maximiliam Kolbe aos Maçons: Vocês são controlados pelos Judeus



Em 1917 Maximiliano Maria Kolbe fundou a Milícia da Imaculada. Sua luta não se voltou para combater os inimigos da Igreja, mas sim para convertê-los para que eles pudessem alcançar a salvação eterna. É com esse espírito que ele se dirigiu aos seus inimigos.


O Talmude: uma coleção de instruções 
anticatólicas
Em um artigo intitulado “Os Pobres”, ele descreve o ódio expresso por Cristo e sua Igreja no Talmude: “O homem foi redimido, e Cristo fundou Sua Igreja sobre a rocha. Alguns do povo hebreu reconheceram-no como o Messias, mas outros – entre eles principalmente os fariseus – não quiseram reconhecê-lo. Ao invés disso, perseguiram os Seus seguidores e emitiram numerosas leis que obrigam os judeus a perseguir os cristãos. Essas leis, juntamente com histórias e apêndices, tornaram-se seu livro sagrado chamado O Talmude, em torno do ano 500 d.C.

“Neste livro os cristãos são chamados de idólatras, piores do que os turcos, assassinos, libertinos impuros; eles são o estrume, animais em forma humana, piores do que animais, filhos do Diabo, etc. Os sacerdotes católicos são chamados de adivinhos e burros calvos… a Igreja é chamada a casa de estupidez e sujeira; estátuas religiosas, medalhas e rosários são chamados de ídolos. No Talmude, domingos e festas de preceito são considerados dias de perdição.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A salvação não veio somente para um povo - Santo Agostinho

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” (Jo. XIV, 6)
Essa senda universal de que tanto tempo antes se profetizou:
“E acontecerá nos últimos dias que o monte da casa do Senhor terá os seus fundamentos no cume dos montes, e se elevará sobre os outeiros, e concorrerão a ele todas as gentes. E irão muitos povos, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor, e à casa do Deus de Jacó, e ele nos ensinará os seus caminhos, e nós andaremos pelas suas veredas, porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor.” (Is. II, 2-3).
Essa a senda, que não é de uma nação apenas, mas de todas as nações. E a lei e a palavra do Senhor não permanecerão em Sião e em Jerusalém, mas dali sairão para expandir-se por todo o orbe. Por isso o Mediador disse a seus discípulos, hesitantes depois da ressurreição:

“Era necessário que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés e nos profetas e nos salmos. Então abriu-lhes o entendimento, para compreenderem as Escrituras; e disse-lhes: Assim está escrito, e assim era necessário que o Cristo padecesse e ressuscitasse dos mortos ao terceiro dia; e que em seu nome se pregasse a penitência e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.” (Lc. XXIV, 44-47).


Santo Agostinho, “A Cidade de Deus”, Livro X, cap. XXXII, “O caminho universal para a liberação da alma. Por não saber buscá-lo, Porfírio não deu com ele. Somente a graça cristã o descobriu”.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Comentários Eleison CCCLXIX (369) - Israelenses, Israelitas?

Por Dom Richard Williamson
Tradução: Andrea Patrícia (Blogue Borboletas ao Luar)
09 de agosto de 2014

Admitamos então (CE 368) que as ordens do Deus Todo-Poderoso para exterminar certos povos no Antigo Testamento (por exemplo: I Sm 15) foram atos de justiça e misericórdia para com os próprios pagãos, e um ato também designado para ajudar os israelitas a seguirem adiante na preparação do berço para a chegada, muitos séculos depois, do Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo. Este berço os israelitas proporcionaram, especialmente a Santíssima Virgem Maria, a quem toda a raça humana tem uma dívida sem limites de gratidão. Quem quer de nós que chegue ao Céu, só o faz por sua intercessão.

Então, que relação pode haver entre esses judeus por meio dos quais veio a salvação (Jo 4, 22), e os tantos judeus de hoje que estão massacrando os palestinos ou apoiando moralmente ou financeiramente o massacre? A maioria dos judeus de hoje são judeus Askenazi, e podem muito bem não ser descendentes de Abraão; mas seja como for, é certo que eles absorveram do Talmude, o livro sagrado do Judaísmo pós-cristão que Nosso Senhor chamou de “o fermento dos fariseus e dos saduceus” (Mt 16, 11), que é o espírito de seus inimigos implacáveis que o crucificaram e têm combatido Sua Igreja desde então. Como pode esse Povo Eleito ter se tornado consistentemente um dos Seus piores inimigos? (Se esta simples pergunta parece “antissemita”, nos recordemos que a verdade é boa, enquanto que o “antissemitismo” é mau; então, nenhuma verdade pode ser “antissemita”, e nada que seja “antissemita” pode ser verdade. O que se segue é a verdade, e nada tem que ver com o chamado “antissemitismo”).

Em primeiro lugar, se o Povo Eleito se voltou contra seu Deus, o problema pode parecer cronológico, mas não é. Em todo o Antigo Testamento houve israelitas que se voltaram contra Deus, como, por exemplo, os adoradores do bezerro de ouro, ou os judeus exilados na Babilônia. Deus teve de punir frequentemente seu próprio povo “de dura cerviz” e rebelde. Da mesma forma, desde o início do Novo Testamento até os nossos dias houve sempre judeus notáveis convertidos, como São Paulo, que foi tão judeu quanto poderia sê-lo (cf. Rm 9, 1-5; II Co 11, 21-22; Fl 3, 4-6). A diferença entre os israelitas e os israelenses é a mesma diferença que sempre houve entre aqueles de qualquer raça que amam a Deus e aqueles que se rebelam contra Ele. A verdadeira linha “judaico-cristã” estende desde Abel, passando, por exemplo, por Abraão, Moisés, Davi e a Mãe de Deus até a Igreja Católica. A falsa linha “judaico-cristã”, mas verdadeiramente “judaico-maçônica” se estende desde o amaldiçoado Caim, passando, por exemplo, pelos assassinos dos profetas de Deus, por Anás e Caifás, até a moderna Maçonaria, que foi criada pelos judeus e continua controlada por eles com o propósito de lutar contra a Igreja Católica, ainda que muitos maçons ignorem este fato.

Muito bem, mas não é especialmente acentuado o contraste entre israelitas e israelenses? Sim, porque como diz o velho ditado, “Quanto mais altos eles são, maior sua queda”. Como aqueles membros do Povo Eleito se recusaram a ser os servos especiais de Deus, como têm feito desde a Encarnação, acabaram sendo obrigados a se tornarem servos especiais do Diabo. Não houve para eles possibilidade de escolha entre uma coisa e outra. E o que estava por trás dessa recusa? Em uma só palavra: orgulho. Em vez de usar os dons especiais que Deus os deu para a Sua glória, eles os redirecionaram para a sua própria glória. Antes que o Messias chegasse, eles o conceberam erroneamente como seu salvador material ao invés de salvador espiritual, de modo que, quando Ele veio, eles se recusaram a reconhecê-Lo, e desde então lutam contra Ele por ter substituído sua religião mosaica racialmente exclusiva com a religião católica racialmente inclusiva, aberta a todas as raças.

E o que os católicos podem fazer para resistir à esmagadora dominância material dos outrora Eleitos à nossa volta? Materialmente, quase nada, mas uma simples alma que esteja a orar espiritualmente e sinceramente para o reino de Deus vir, e para que seja feita a Sua vontade, pode fazer com que Deus mova montanhas, o que é brincadeira de criança para Ele, que permite esse domínio apenas para nos levar de volta para Si.


Kyrie Eleison.